Autor: Restaurante Devons

Celebre momentos na Devons!

A Devons tem prazer em fazer parte de bons momentos, e entre almoços e jantares estão casamentos, aniversários, formaturas, reuniões empresariais e confraternizações de grandes grupos aliando os melhores sabores da Black Angus e um ambiente preparado para celebrar!

Nossos salões são climatizados, equipados com telão, projetor, microfone e internet e os menus fixos para eventos reúnem as opções que mais fazem sucesso entre os clientes.  Para completar, não há cobrança de estacionamento e a rolha é livre! Tudo isso alinhado a uma equipe de alta qualidade, os cortes mais nobres de carnes, vinhos, cervejas especiais, e sobremesas inesquecíveis!

MENU I

 

 

 

 

 

 

 

Entradas
Linguiça de pernil e Salada Devons, mix de folhas verdes, tomate, palmito e lascas de parmesão

Cortes de Carne
Bife de Chorizo ou Bife de Ancho, 350grs

Acompanhamentos
Arroz Branco, Farofa toscana e Batata f rita

Sobremesa
Frutas da estação

Bebidas
Água Mineral Nacional e Refrigerantes

MENU II

 

 

 

 

 

 

 

Entradas
Cesta de pães, Linguiça de pernil e Salada Devons, Mix de folhas verdes, tomate, palmito e lascas de parmesão

Cortes de Carne
Picanha ou Bife de Ancho, 350grs

Acompanhamentos
Arroz Branco, Farofa toscana, Batata frita e Maionese

Sobremesa
Banana caramelizada com sorvete de creme

Bebidas
Água Mineral Nacional e Refrigerantes

MENU III

 

 

 

 

 

 

 

Entradas
Cesta de pães, Linguiça de pernil, Palmito pupunha e Salada Devons, Mix de folhas verdes, tomate, palmito e lascas de parmesão

Cortes de Carne
Costela, Chorizo e Fraldinha

Acompanhamentos
Arroz Birobiro, Farofa de ovos, Batata frita e Maionese

Sobremesa
Pudim de leite

Bebidas
Água Mineral Nacional e Refrigerantes

Entre em contato e venha conhecer nosso espaço!

O maior festival gastronômico de Curitiba na Devons Steak House!

Entre 4 e 27 de outubro diversos restaurantes de Curitiba oferecem menus especiais por valores atrativos e a Devons não ficou de fora! Entrada, prato principal e sobremesa serão servidos no almoço e jantar com preço fixo de R$59 e por aqui, uma combinação incrível valorizando o que mais amamos: Cortes de Carne Angus Prime! Listamos as opções abaixo, se prepare para babar!

ENTRADAS

Carpaccio com rúcula, molho de alcaparras e shavings de parmesão, servido com taça de vinho tinto ou espumante (100ml)

Mini chicken Caesar Salad servida com taça de vinho tinto ou espumante (100ml)

PRINCIPAIS

Beef ancho grelhado ao molho roti, farofa crocante e purê de mandioquinha salsa

Salmão grelhado, pesto rústico de rúcula e espaguetinho de legumes com tomate cereja e cogumelos.

SOBREMESA


Pudim de doce de leite

** No menu não estão inclusas bebidas e taxas de serviço. A 10ª edição do Festival Bom Gourmet é uma realização da Gazeta do Povo para apresentar o que há de melhor na gastronomia paranaense e valorizar os restaurantes e profissionais do setor. Aproveite!

História do Churrasco – Os Churrasqueiros de Nova Bréscia

Você sabia que o Devons faz parte da história do nascimento do Rodízio de Carnes? Albino Ongaratto, conhecido como o Pai do Rodízio de Carnes, foi o idealizador de muitas churrascarias pelo Brasil, que hoje são comandadas por seus descendentes. Conheça no documentário a seguir, produzido pela Zeppelin Filmes e direção / roteiro de Matheus Mombelli, a verdadeira história do churrasco:

A pequena cidade de Nova Bréscia viu sua população diminuir vertiginosamente por causa de um fenômeno migratório bem peculiar: os habitantes saíram para fazer churrasco ao redor do mundo. Uma história que começa sem perspectivas no interior gaúcho, ganha força na invenção do espeto corrido e se consagra com as redes de churrascarias espalhadas pelas principais metrópoles do país e do mundo. De São Paulo a Nova York, do Rio de Janeiro à Tóquio, Nova Bréscia ficou famosa mundialmente por causa dos seus assadores e donos de restaurantes. Na praça no centro da cidade, uma estátua de um homem de avental repousa com o braço erguido, um espeto em riste encravando uma costela. Uma homenagem à saga dos churrasqueiros, contada nesse divertido documentário.

 

Foram oito diárias e 12 churrascarias visitadas para a produção desse documentário.

 

“O gaúcho sabe fazer o melhor churrasco do mundo. Pra ele e pra família dele. Mas o churrasco pra vender quem faz é o italiano gaúcho.”

 

Obs: A equipe engordou uma média de 3kg por pessoa durante as gravações.

 

Direção e Roteiro: Matheus Mombelli
Montagem: Paulo Padilha
Produtor: Ricardo Baptista da Silva
Produção Executiva: Beca Furtado
Coordenação de Produção: Silvia Otharan
Assist. Produção Executiva: Emiliano Cunha
Dir. de Produção e Assist. de Direção: Jessica Luz
Direção de Fotografia: Pablo Rosa
Som Direto: Rafael Rodrigues
Motorista: Valdoir Rodrigues
Finalizacão: Max Laux
Pesquisa: Jessica Luz e Matheus Mombelli
Coord. de Som: Rita Zart
Desenho de Som e Mixagem: Tiago Bello
Ediç. de Efeitos Sonoros: Marcos Lopes
Trilha Sonora Original: Thiago Abraão
Assist. de Edição de Som: Isabel Cardoso
Estúdio de Mixagem: Gogó Conteúdo Sonoro
Financeiro: Laura Enrich

Fonte: https://vimeo.com/247203963

Carne Sangrando é Mito

Você é do tipo que gosta de carne bem passada, ao ponto ou mal passada? Saiba a seguir que o que chamamos de carne sangrando não é sangue e nem significa carne crua. A matéria é da Gazeta do Povo. Vamos lá?

Na próxima vez que você for a um churrasco (ou churrascaria), lembre-se: carne sangrando não existe. O corte mal passado é vermelho porque contém uma proteína chamada mioglobina – e não a hemoglobina encontrada no sangue.

“Essa cor é devido ao líquido que sai do músculo da carne que, quanto menos cozida, mais abundante se mantém. A mioglobina é um pigmento natural do músculo: a coloração se assemelha, mas ela vai ter praticamente zero sangue porque ele é drenado no frigorífico”, ensina Marco Antonio Trindade, professor da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (USP), em Pirassununga.

Quando a carne é passada acima dos 70 graus, o alimento já começa a ficar marrom porque o músculo passa a ficar contraído e o líquido evapora, explica o doutor em Tecnologia de Alimentos. “Uma carne bem passada desidrata e acontece o encolhimento das fibras musculares”, afirma.

É aí que acontece a retenção ou evaporação de água da carne, tornando o alimento mais duro e seco – ficando ao “gosto do freguês” a escolha entre uma picanha, contrafilé ou outro corte mais suculento e vermelho, ou uma opção escura e bem passada desses cortes.

“Carne mugindo faz mal?”

Uma dúvida frequente entre os consumidores é se a carne mal passada pode trazer riscos à saúde. “De maneira alguma. É um pigmento natural da carne e é excelente em questão de ferro. Melhor que a carne de frango, por exemplo. A mudança de cor nada mais é do que a desnaturação da proteína. A mioglobina tem cores diferentes, como marrom ou vermelho, conforme o estado em que ela está [no cozimento]”, reforça o professor.

Antonio Trindade alerta que o perigo é comer a carne crua, sem assar, e comenta a diferença entre carne mal passada e carne mal manipulada: “Por que comer picanha mal passada não faz mal e hambúrguer traz risco? Porque a carne moída é diferente da integral. Qualquer contaminação você poderia observar na superfície do corte”.

Carne Sangrando
Carne mal passada é diferente de carne crua. – Gilberto Abelha

 

Como o fogo mata facilmente micro-organismos na superfície, a carne mal passada (de um frigorífico de boa procedência) não traz riscos à saúde. Já no caso do hambúrguer, por ser uma mistura de carnes, é preciso passar mais tempo no fogo, por segurança.

Critérios: carne de qualidade

Neste sentido, o manejo adequado do pasto à cozinha é essencial para uma carne de excelente qualidade. Quanto melhor a alimentação animal e a tecnologia para evitar estresses que consumam reservas de hidrogênio do bovino, melhor e mais suculenta a carne será para o consumidor.

“Quanto melhor o manejo, com cuidados no bem-estar até o abate, melhor qualidade a carne terá. É isso o que esperamos dos frigoríficos”, diz Trindade. E no supermercado?

“O primeiro critério a ser observado é a data de validade. O segundo é o suco que a carne solta. Quando você pega uma carne a vácuo, com muito líquido em volta, mesmo dentro da validade, pode estar acontecendo um abuso de temperatura, o que significa que ela está envelhecendo antes da hora. A carne maturada é uma degradação natural das proteínas, mas se ela sofre esse processo em exagero ou demasia na gôndola, ela vai perder o suco antes da hora”, explica o professor. Se houver muito líquido em volta, ela tende a ficar seca após pronta.

Ele comenta que uma carne a vácuo pode ficar na geladeira por até duas a três semanas sem estragar: Uma dica é olhar a data de embalagem: “Quanto mais nova, melhor para deixar na geladeira por semanas sem estragar”, diz.

Por que carnes de frango e suína não “sangram”

Agora você já sabe que o líquido da carne bovina não é sangue, e sim a mioglobina do músculo. Mas se ainda está na dúvida dos motivos pelos quais a carne suína e de frango não são escuras como a de boi, eis a resposta:

“Isso depende muito da espécie. O boi tem mais fibras vermelhas ricas em mioglobina, e a carne será mais vermelha conforme a mioglobina que houver no músculo. Isso tem a ver com o tipo de movimento dos animais. Veja o peito de pato, por exemplo: é mais escuro que a carne bovina, pois ele usa muito esse músculo para voar. Já o do frango é branco por ser de músculo lento, no máximo ‘uma voadinha de dois metros’”, esclarece Trindade.

codorna assada
Codorna assada: carne branca tem menos mioglobina. – Aniele Nascimento/Gazeta do Povo

Quanto mais oxigenação os músculos exigem, maior a quantidade de mioglobina. Por isso a coloração da perna e asa do frango, por exemplo, é diferente do peito. Já suínos tem a carne mais rosada, quase branca, justamente devido à exigência de oxigenação nos músculos.

“E o peixe quase não tem movimentos rápidos, tendo baixo teor de mioglobina”, completa o professor. A exceção é o atum, com maior movimentação.

Portanto, seja qual for a sua preferência no ponto da carne, pode ficar tranquilo: ela [provavelmente] não está crua.

 

Fonte/Reprodução: Gazeta do Povo

Leilão de Obras de Arte da A Casa de Leilões

Aconteceu ontem, dia 28 de junho, o Leilão de Obras de Arte da A Casa de Leilões, aqui no Devons. Foram disponibilizados 47 lotes de obras de grandes artistas, com destaque para os paranaenses Poty Lazzarotto, Osvaldo Lopes, Fernando Calderari, Rogério Dias, Theodoro De Bona, Ricardo Krieger e Carlos Eduardo Zimmermann, além de Juarez Machado, Romero Britto, Eugênio Latour, Lopes de Leão e Antônio Parreiras.

O evento foi conduzido pela leiloeira Lélia Lenz César e tem curadoria do marchand Robson Krieger, do Studio R. Krieger.

Para quem comprou o convite, durante o evento foi servido ainda um jantar especial harmonizado com vinhos, preparado pelo Devons Steak House.

Uma noite descontraída, com obras de arte maravilhosas e vários lotes vendidos. Agradecemos a presença de todos que tornaram essa noite um verdadeiro sucesso!